Palavra da Diretoria – Agosto 2016

Agosto com gosto

“O sabor da vida depende de quem a tempera.” (Elanklever)

Mais um mês se coloca à nossa frente com a missão de desafiar-nos.
Até o presente momento, vivemos situações de muita dificuldade macroeconômica, que, como qualquer empresa inserida nesse contexto, nossa Rede Rodar tem precisado de muita cautela e atitudes conscientes (ainda mais) nas tomadas de decisão e investimentos.

Estamos caminhando sempre com sustentabilidade e sucesso, não podemos negar. Sabemos que todos os colaboradores da Rede Rodar são responsáveis por esse sucesso que nos norteia e por isso, desde, já agradecemos. Mas os desafios continuam, nos incitam a sermos melhores naquilo a que nos propomos fazer e, cada dia mais, embora todas as dificuldades pelas quais a economia brasileira e mundial passam, vamos continuar com a mesma força de vontade em sermos melhores.

O tempo passa rápido e mais um mês foi levado pelos ventos da nossa história. Prestar serviços é uma atitude e não simplesmente um trabalho ou segmento. Somente somos bons prestadores de serviços a partir do momento em que, plenamente conscientes da nossa postura, conseguimos realizar nossos objetivos com total clareza dos nossos propósitos de honestidade, qualidade e diferenciação. Cada uma dessas palavras tem um peso especial nos dias da Rede Rodar.

Assim, tudo que queremos é nada mais, nada menos, que muita LUTA.

Força plena naquilo que executamos, onde cada colaborador, na sua devida função, faça o melhor possível, de uma maneira sustentável e consciente. Esse será sempre o caminho a  passarmos pelos dias, sem ser levado por eles, portanto, dessa forma, escrevemos com certezas nas linhas histórias, aquilo que sempre buscamos: melhoria contínua.

Temperemos agosto a gosto, da nossa força de vontade.

Somos mais quando somos um!

A Diretoria

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Palavra da Diretoria – Julho 2016

PRECISE
“Aquilo que se faz por amor está sempre acima do bem e do mal.” (Nietzsche)
Precisamos aprender a amar mais nossos teclados e canetas. Enxergar nossas folhas A4 como quatro possibilidades ou quatro destinos.
Precisamos colocar nossos impulsos naquilo que nos coloca verdades à frente e amar tudo que se-nos aparece como belas oportunidades.
Precisamos ter cuidado com cada lobo porque é melhor cuidar do que lutar contra sua colméia, perdendo a esperança de ser forte.
Precisamos entender o mercado presente para continuar na busca pelo mercado ausente.
Precisamos pulsar mas atitudes, amar as virtudes e cingir cada momento inoportuno. Precisamos corrigir as inverdades e traçar as realidades.
Precisamos “precisar”, porque julho chegou e ainda há tempo de não ver a pressa de dezembro chegar!
Precise! Cuide-se! Cuide-nos!
Somos mais quando somos um!
A diretoria

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Palavra da Diretoria – Junho 2016

FÉ NA GENTE, OLHO NO TEMPO

“Ela acreditava em anjos e, porque acreditava, eles existiam.” (Clarice Lispector)

Estamos no mês de junho. Metade do ano de 2016. Noutro dia mesmo dizíamos “feliz ano novo”. Hoje dizemos: como tem passado rápido esse ano. O ano permanece com a mesma quantidade de dias que lhe são compatíveis, os dias com as mesmas horas, as horas (com suas penas e alegrias) continuam com os mesmos minutos e segundos. O que mudou nessa história toda foi a rapidez das informações.

Hoje temos mais motivos para acreditar duvidando e duvidar com fé. O que diferencia verdades ou não são os tijolos bem o mal colocados, uns sobre os outros, no nosso interior.

Se cada mês desse ano puder ser comparado a um tijolo, já conseguimos assentar seis de uma coleção de doze. Faltam seis ainda, aguardando massa firme e mãos artesãs. Construir é um artesanato, viver é uma peça e a vida é um palco. Construa sua história e não ouça os aplausos, prefira as críticas, elas nos fazem ter certeza da inexistência de uma futura vaia.

Ainda há tempo de contar minutos, construir paredes e esperar o sucesso da peça que escrevemos juntos, a cada dia.

Somos mais quando somos um!

A diretoria

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Palavra da Diretoria – Maio 2016

 

EXIGIR DE NÓS

“Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos.” Confúcio

Muitas vezes exigimos de nós aquilo que nem é necessário, mas noutras tantas vezes, não exigimos de nós aquilo que implica nossa responsabilidade.

Diante daquilo que nos propomos, somos obrigados, por nós e por todos aqueles que nos cercam, a buscar algumas responsabilidades e/ou cumprir aquelas que nos cabe. Fugir das responsabilidades é o mesmo que fugir das verdades e dos compromissos assumidos.

Precisamos ter uma consciência, enquanto seres humanos, de que a vida se faz a cada instante, a cada minuto e precisamos exigir de nós minutos mais eficientes e experientes. Evitaremos aborrecimentos, a partir do dia que fizermos mais como devemos e não vislumbrar tanto as luzes que deveriam ter brilho noutros.

Acendamos nossos próprios holofotes, iluminando estradas e vidas de todos que estão ao nosso redor.

Fazer o melhor a cada dia é imprescindível para que não terminemos o ano sem melhorias contínuas pessoais e profissionais.

O tempo passa, a exigência acontece naturalmente desde que sejamos mais em nós e resplandeçamos nos outros atitudes de boa fé, índole e exemplos de boa conduta em todos os âmbitos.

Exijamos o necessário e cumpramos o que nos cabe, sempre fazendo mais e melhor.

Somos mais quando somos um!

A diretoria

 

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Palavra da Diretoria – Abril 2016

 

Entre o falar e o agir

“Geralmente aqueles que sabem pouco falam muito e aqueles que sabem muito falam pouco.” (Jean-Jacques Rousseau)

 

Há um velho ditado que nos diz que “a boca fala do que o coração está cheio”, inclusive bíblico. Verdade. Mas nem sempre, quem fala muito, está cheio de boas coisas para distribuir.

Bons pratos nem sempre são aqueles que pesamos e assustamos com o peso de 1,5kg que aparece na balança. Bons perfumes nem sempre são aqueles que estão em recipientes enormes. Boas palavras nem sempre são frases compridas. Boas palavras são frases vividas por quem as diz.

Há reuniões ondem alguém fala e fala. Fala e fala novamente. Olhe ao seu redor, outros dormem e dormem. Dormem e dormem novamente. Palavras demais cansam, ações demais reanimam nossa caminhada.

Tenho medo das palavras. São afiadas. São armas, são luzes. Portanto, podem ser perdição pura e verdadeira, podem ser paz e sucesso também. Tenho medo de quem anota as verdades porque elas não precisam ser anotadas, a mentira, ao contrário, precisa ser anotada. Quem mente não quer correr o risco de contradizer-se. Mas contradiz-se facilmente.

Tenho dó das línguas enormes, tenho enorme saudade das conversas curtas. Quem não se lembra do olhar do pai ou da mãe, quando fazíamos estripulias? Nem palavras era preciso.

Resumo do texto: vamos agir com poucas palavras, mais doação e coerência.

Vou parar aqui. Falar menos e agir mais, junto a todos da Rede Rodar.

Somos mais quando somos um!

A diretoria

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